Blog Anderson Medeiros Fotojornalismo
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019
EDIFÍCIO MAUÁ (Conheça Santa Maria)
O edifício Mauá, localizado na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Silva Jardim, faz parte do Centro Histórico de Santa Maria. Foi construído no ano de 1950. Possui elevadores, sendo o 4° prédio da cidade a instalar tal modernidade, 1° Sociedade União dos Caixeiros Viajantes SUCV(1926); 2° Hotel Jantzen; 3° Edifício Brillman, (atual Hotel Don Rafael).
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Local:
Santa Maria - RS, Brasil
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
REFRIGERANTE CYRILLINHA (Conheça Santa Maria)
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| Fábrica da Cyrilla sendo restaurada no bairro Itararé |
E dando continuidade à série de
artigos CONHEÇA SANTA MARIA, falarei hoje, um pouco sobre a bebida mais
tradicional da cidade, a CYRILLINHA.
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| Propaganda da Cyrillinha no alto do edifício Mauá, na Av. Rio Branco no centro da cidade. |
A Fábrica de Refrigerantes Cyrilla,
foi fundada em 20 de setembro de 1910, pelo químico alemão Ernst G. Geys e o
caixeiro viajante Frederico A. Diefenthaler.
O processamento do xarope do fruto do
guaraná iniciou-se no Brasil em 1905, por Luiz Pereira Barreto, um médico da
cidade de Resende no Rio de Janeiro.
Em 1906 foi lançado pela F. Diefenthaler, uma fábrica de refrigerantes em Santa Maria no Rio Grande do Sul, o Guaraná Cyrilla, e, somente em 1921, foi lançado o Guaraná Champagne Antártica, pela empresa homônima (hoje AmBev).
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| Rótulo original da Cyrillinha |
Em 1906 foi lançado pela F. Diefenthaler, uma fábrica de refrigerantes em Santa Maria no Rio Grande do Sul, o Guaraná Cyrilla, e, somente em 1921, foi lançado o Guaraná Champagne Antártica, pela empresa homônima (hoje AmBev).
Sendo a fábrica de refrigerantes mais
antiga da cidade, teve seu auge nos anos 1970, vindo a perder espaço na década
de 1980, fechando as portas em 2008.
A Cyrillinha laranja era feita com a
casca da fruta, portanto quase todos os fins de tarde, a criançada da rua se
reunia para comprar a preço simbólico, ou receber muitas laranjas já
descascada.
Com a reabertura da Cyrilla, a fábrica
deverá produzir, segundo seus empreendedores, bebidas como Água Gaseificada,
Água Tônica e os tradicionais refrigerantes Cyrillinha (que tem como base a
casca da laranja), Cyrilla Guaraná, Cyrilla Laranja e Cyrilla Gasosa Limão.
O empreendimento voltará a funcionar,
com produção de bebidas e museu interativo aberto ao público.
A centenária Fábrica Cyrilla de
Bebidas, fechada desde 2008, faz parte da história de Santa Maria e do
imaginário da população. Por muitas décadas, a empresa do Bairro Itararé
produziu refrigerantes tradicionais como o “Guaraná Cyrilla” e a “Cyrillinha”.
Adquirida pelos empresários santa-marienses José Antônio Saccol, Luiz Antônio Marquezan Bagolin e Lairton Padoin, a fábrica deverá reabrir as portas em uma data ainda a se confirmar, com muitas novidades. Além de retomar a produção, está sendo restaurada e deverá agregar um museu interativo.
Adquirida pelos empresários santa-marienses José Antônio Saccol, Luiz Antônio Marquezan Bagolin e Lairton Padoin, a fábrica deverá reabrir as portas em uma data ainda a se confirmar, com muitas novidades. Além de retomar a produção, está sendo restaurada e deverá agregar um museu interativo.
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| Fachada da fábrica antes da restauração |
O projeto do Ecomuseu, como é
denominado, deverá ser uma estrutura que se autossustente e proporcione
informação qualitativa ao público, dentro de um aspecto lúdico.
Neste sentido, o Museu da Cyrilla terá, entre outros atrativos, uma linha do tempo interativa, situando o visitante no contexto da história da fábrica, juntamente com a história do município.
Neste sentido, o Museu da Cyrilla terá, entre outros atrativos, uma linha do tempo interativa, situando o visitante no contexto da história da fábrica, juntamente com a história do município.
O público que visitar o local também
terá contato com os processos tecnológicos, dos mais antigos aos mais modernos.
As atrações serão voltadas à visitação das famílias, com jogos em que adultos e
crianças possam interagir.
O projeto do Ecomuseu da Fábrica
Cyrilla, que também conta com a participação da Universidade Federal de Santa
Maria (UFSM), já está em andamento com a limpeza, recuperação e restauração de
equipamentos e objetos, que farão parte da coleção a ser exposta no museu.
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| Fábrica sendo restaurada |
O Projeto do Ecomuseu e da Fábrica Cyrilla encontram-se atrasados, mas os atuais proprietários garantem que será inaugurado em um futuro próximo.
Fonte: Site prefeitura de Santa Maria
Fotos: Anderson Medeiros e retiradas da internet.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
VILA BELGA (Conheça Santa Maria)
Primeiramente, eu como morador, trabalhador desta rica cidade, sempre me perguntava, mas por quê aqui em Santa Maria nunca tem nada para fazer? Não existe pontos turísticos aqui? Aí resolvi começar a olhar a mesma com outros olhos, e percebi que o errado sempre tinha sido eu. Comecei abrindo minha maneira de olhar as coisas, alias quantas vezes cruzando o centro da cidade, olhando para frente atordoado com a correira do dia a dia, ou até mesmo, andando e digitando uma mensagem no celular, passamos por inúmeras belezas que acabam despercebidas. Desde um prédio antigo que carrega em sua fachada as marcas do tempo e da história cultural do município, ou até mesmo um ipê roxo que encanta a todos que passam por debaixo em época de prima vera. Coisas tão simples, que só em mudar a forma como enxergamos a vida no nosso cotidiano, conseguimos encarar tudo com muito mais beleza.
Começo a partir de hoje, escrever sobre as belezas de Santa Maria, sejam elas edificações históricas, que não são poucas em nossa cidade, pontos turísticos, bairros, instituições e etc. Convido a vocês leitores a conhecer comigo essa cidade que admiro muito, e que infelizmente é mau gerida, mas basta um pouco de bons olhos para conseguirmos aproveitar seus encantos. Vem comigo!
VILA BELGA
Vamos começar por um dos principais pontos turísticos de Santa Maria.
A Vila Belga é uma unidade residencial localizada no bairro Centro, projetada pelo engenheiro belga Gustave Wauthier. A vila foi construída no período de 1901 a 1903 para
servir de moradia aos funcionários da companhia belga "Compagnie
Auxiliare des Chamins de Fer au Brésil",
que vieram para construir as ferrovias.
A companhia adquiriu
a concessão e finalizou a construção da Estrada de Ferro Porto Alegre - Uruguaiana, concebida como linha-tronco de um projeto de articulação do território
e das fronteiras do Estado do Rio Grande do Sul com a Argentina, Paraguai e Uruguai através de ferrovia, tendo, portanto, caráter fundamentalmente
estratégico, em especial após a Guerra do Paraguai (1864-1870), que passou a representar uma preocupação para
o governo imperial.
Um dos
entroncamentos mais importantes da linha estava situado no município, onde
foram instalados os escritórios da Auxiliare, assim como oficinas e
inúmeros galpões que empregavam um grande número de funcionários, partes dos
quais instalados na Vila Belga. Em 1872, pouco após o fim dos conflitos,
o engenheiro José Ewbank da Câmara apresentou ao governo
imperial o "Projeto Geral de uma Rede de Vias Férreas Comerciais e
Estratégicas para a província de São Pedro do Rio Grande do Sul", onde
propôs a construção de uma série de ferrovias com linhas-tronco em
sentido norte-sul e leste-oeste, que se entroncariam em pontos estratégicos.
Primeiramente, o
projeto tinha como base dois centros irradiadores: São
Gabriel e Alegrete, entretanto, durante a pormenorização do projeto,
os estudos teriam demonstrado uma considerável redução de custos se o trajeto
da ferrovia passasse por Santa Maria da Boca do monte, onde o
terreno era menos acidentado.
A Auxiliare para
abrigar seus funcionários graduados (mas não propriamente de primeiro escalão)
que trabalhavam diretamente na operação do pátio ferroviário, adquiriu uma
gleba urbana próxima à Estação de Santa Maria e iniciou, na primeira metade do
século XX, a construção de uma série de residências, conjunto que ficou
conhecido como "Vila Belga".
A Vila Belga é
considerada patrimônio histórico e cultural do município (lei
municipal nº2983/88, de 6 de janeiro de 1988).
Segundo o tombamento
municipal da Vila Belga, das oitenta residências originais, atualmente o
conjunto conta com apenas setenta e nove, pois uma foi completamente
descaracterizada. As demais mantém ainda suas configurações originais: térreas
e geminadas duas a duas (com exceção de uma), configurando quarenta edifícios
distribuídos em quatro ruas principais e cinco quadras.
A Vila Belga, apesar
de ter sido construída por uma empresa ferroviária não se configura como uma
tradicional "Vila Operária" (separado das cidades e
construído segundo princípios hierárquicos e de organização social), mas sim
como uma continuação de Santa Maria.
BRIQUE DA VILA BELGA
O Brique da Vila
Belga é um movimento cultural que busca através de diversas ações
reintegrar o centro histórico de Santa Maria à dinâmica urbana. Divulga
elementos culturais diferenciais, promovendo aquilo que pode ser qualificado
positivamente como singular do município.
Surgiu em 2015 por
iniciativa de moradores da Vila Belga que buscavam criar um espaço de
socialização e convívio para a cidade a partir do resgate histórico e da
revalorização patrimonial da Vila Belga.
Hoje pelo menos dois
domingos do mês (1º e 3º), gente de
todas as idades, tribos, estilos passam pelo brique da Vila Belga que
também se tornou um palco para músicos e atores se expressarem.
Fontes:
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
VEZÚVIO, o Vulcão que Tornou POMPÉIA um dos mais Importantes Ponto Turístico Mundial
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Ao fundo o Vulcão
VESÚVIO mais conhecido como CHAMINÉ DO INFERNO
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Pompéia
era uma típica cidade romana, situada próxima ao vulcão Vesúvio (arredores de Nápoles,
sul da Itália).
Não
havia iluminação pública em Pompéia, a circulação era feita a pé tanto para
pobres quanto para ricos e pelas próprias autoridades públicas. Só usavam
veículos os empreiteiros, que eram obrigados a trazer materiais de construção
nos carros.
Era de fato uma cidade de repouso para os ricos
romanos que buscavam em Pompéia a desejada tranqüilidade que não encontravam em
Roma. Pompéia favorecia o roteiro, a diversão e devia ter uma população
calculada de 30.000 hab. Os Romanos abastados gostavam de afastar-se
temporariamente de Roma.
Gostavam de passar as férias em lugares mais
calmos e aprazíveis. Pompéia oferecia essa tranquilidade e estava dotada de
todos os recursos de conforto e mesmo de luxo.
No ano de 79, o vulcão VESÚVIO entrou em erupção
violenta, provocando um forte terremoto e expelindo grandes quantidades de
pedras incandescentes, lava vulcânica, poeira e fumaça tóxica.
A cidade de Pompéia foi totalmente coberta e
quase toda população morreu soterrada. As cidades vizinhas de Herculano e
Stabia também foram atingidas.
No final do século XVIII, a cidade foi
redescoberta por um agricultor que, ao trabalhar na região, localizou um muro
da cidade. Nos dois séculos seguintes, a cidade foi escavada por arqueólogos.
Casas, prédios públicos, aquedutos (sistema de condução de água), teatros,
termas, lojas e outras construções foram encontrados.
Os arqueólogos acharam também objetos e afrescos
(pinturas em paredes) que revelaram importantes aspectos do cotidiano de uma
cidade típica do Império Romano.
Porém, o que mais impressionou os pesquisadores foram os corpos petrificados, em posição de proteção, que foram atingidos pelas lavas vulcânicas.
O
Vesúvio é um vulcão ativo do tipo composto, que expele material em fluxo
intenso. Localiza-se em Nápoles, atingindo uma altura de 1281 metros. Antes da
tragédia de Pompéia em 79, o Vesúvio encontrava-se inativo havia 1500 anos. Só
foram iniciadas escavações na região em 1738. Elas revelaram ruas, paredes de
edifícios e até pinturas inteiras.
O
Vesúvio é um vulcão misto, que se encontra em margens de placas destrutivas
(margens convergentes), geralmente associados a arcos insulares e a cadeias de
montanhas litorais. O magma, rico em sílica, tem essencialmente origem no
material da própria placa.
. As lavas produzidas são muito viscosas e solidificam
rapidamente, formando um relevo vulcânico com vertentes abruptas. Segundo
outros autores o vulcão é considerado explosivo, mas tendo em conta que, ao
longo do seu período de atividade, ocorreram erupções alternadas, é mais
correto designá-lo por misto
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